Quando sua Casa não tem mais a sua Cara

Desde o tempo das cavernas, quando os habitantes registravam sua história nas paredes, o homem imprime sua maneira de viver na moradia. Muito provável de forma inconsciente, manifestavam um pouco do seu “eu” no lar.

Hoje, a casa pode ser avaliada sob seu aspecto:
a) Utilitário – de protegernos das intempéries do tempo;
b) organizacional – para destinarmos locais específicos para preparar as refeições, fazer as refeições em família/amigos, receber amigos, assistir televisão, estudar/trabalhar, dormir, banhar-se/fazer higiene;
c) ornamentação – demonstra a criatividade e impressão da personalidade do morador;
d) filiação social – pertencente a um grupo de pessoas;
e) diferenciação simbólica – uso de design assinado, marcas famosas, materiais sofisticados e de alto valor agregado;
f) auto-aprimoramento psicológico – milhares de casas tem o mesmo sofá marrom, mas cada qual composto com outros objetos que diferenciam completamente e valorizam, de forma que nenhuma destas casas estejam exatamente iguais.

Cada vez mais o lar é um local de auto-expressão, de relaxamento, de momentos memoráveis com esposa/marido e filhos/pets, de socialização com amigos íntimos. Na sua casa você realmente pode ser você.
Não é a toa que o home office foi tão facilmente incorporado.

Os espaços diminuíram. As necessidades aumentaram. Não basta ter uma geladeira, você quer um frigobar, uma adega. Você quer um spa no banheiro. Uma churrasqueira na varanda. Um escritório “onde couber”. Um cinema na sala. Na dúvida, chame um Decorador de Interiores consciente :) para te ajudar a realizar os sonhos dentro dos recursos (físicos e financeiros) que você dispõe.